ds

A Elementoterapia Magnética

A Elementoterapia Magnética

Já dizia o insigne médico e alquimista Teofrasto Paracelso: “ A natureza é o mestre do médico
porque ela é mais antiga que ele e existe dentro e fora dele.” Ao contemplar a natureza com
todas as suas criações maravilhosas e mágicas nos sentimos impelidos a denominá-la com os
melhores adjetivos constantes de nossos dicionários de línguas. Seus fenômenos misteriosos e
impressionantes estão ainda longe de serem compreendidos de forma uni-total pela ciência
moderna.
Ao ver um arco-íris, uma auroral boreal, os deltas dos rios, um círculo-íris, as cataras do
planeta ou, até mesmo, tempestades com forte incidência de raios que rasgam o céu com sua
imponência, com um pequeno nível de sensibilidade humana nos sentimos arrebatados e
curvados diante de uma verdadeira majestade, de uma realeza por excelência. Nas antigas
culturas da humanidade, povos com um desenvolvimento espiritual e humano avançado
deram sempre a natureza o título honorável de Mãe, Grande Mãe, Ventre da vida em todas as
suas expressões. A natureza sempre foi, pelos povos que detinham o conhecimento de parte
dos mistérios que a envolviam, venerada, cultuada e profundamente respeitada. Os grandes
médicos da humanidade, como Paracelso, Hipócrates, Avicena, Galeno, Hermes Trismegisto,
etc., se valiam dos atributos e poderes mágicos da “Grande Mãe” para curar as enfermidades
do corpo, da alma e do espírito. Também assim o fazia os sacerdotes Egípcios, os Druidas,
Gregos, etc. Sempre, ao longo da história, homens e mulheres de grande coração e fé ardente
recorriam aos poderes curativos de plantas, ervas, pedras, da terra, das águas e de diversos
elementos naturais para curar pessoas em seus diferentes distúrbios.
Essa ciência e arte milenar de curar a enfermidade através da natureza, foi passando de geração em geração e, pouco à pouco, foi se esvaziando de princípios fundamentais, restando
apenas a utilização de uma pequena parte dela através de chás, fitoterapias, geoterapia,
aromaterapia, homeopatia, florais, que são ciências de imenso valor terapêutico pois se valem
de elementos naturais, mas que todavia não contém todos os princípios da ciência curativa dos
grandes médicos magos de todos os tempos. A essa ciência milenar; de poderes mágicos e
impressionantes, pois atua nas causas das enfermidades removendo-as para que o organismo
com sua sobrenatural inteligência, a qual foi dotada pelo criador, se cure e se sane de seus
males; denomina-se Elementoterapia. A Elementoterapia é uma ciência que lida não apenas
com plantas, ervas e outros elementos naturais, ela vai além, pois consiste no manejo
consciente dos Elementais presentes nesses elementos e formas de vida.
Os Elementais são as inteligências que animam as diferentes criações da Grande Mãe, Gaia,
como era denominada pelos Gregos da antiguidade. Cada planta, cada mineral, tem seus
elementais, que são seres belos e inteligentes que animam os imponentes Cedros, Pinheiros,
Palmeiras Reais, os majestosos Carvalhos, e também aquelas florzinhas que de tão pequenas
pisamos com nossos pés sem perceber sua existência. Se nossa essencia interior nos inspira
em um dado momento a deixar padrões mentais por um instante e nos curvar para observar
estas diminutas florzinhas dos gramados, poderemos ver com assombro que ali a natureza se
esmerou para fazer uma obra de arte perfeita, com matemática e geometria da mais elevada
exigência. Essas criações esculpidas com a arte régia da Grande Mãe natureza não podem ser
imitadam ou alcançadas em seu explendor nem pelo mais genial dos artistas da humanidade.

Ainda assim, a beleza é só um dos atributos da Natureza, ela ,além de arrebatadoramente
formosa, é terna, mágica e médica. Cada planta, cada pedra, tem seus princípios curativos e
mágicos que estão em pequena parte contidos nas substâncias químicas de seus componentes
e, em essência, na Alma, ou Elemental de cada uma destas plantas e pedras. Estes Elementais
ou inteligências das plantas, animais e minerais, foram chamados por Paracelso de Silvestres e
Ninfas, Santo Agostinho os chamava de Dussi, os gauleses os conheciam com o nome de Dore
Oigh, e tantos outros nomes lendários e mitológicos receberam os Elementais tais como fadas,
gnomos, driadas, faunos, silvanos, elfos, etc.
Esses elementais amados da Divina Mãe Natureza possuem, cada um, seus atributos e poderes
curativos próprios, a respeito dos quais muitas tradições se referem em sua Sabedoria arcaica,
a qual foi sendo passada de geração em geração e, desafortunadamente, foi perdendo com o
tempo sua essência primordial. Isso é perceptível pois, já no manejo das plantas, não há a
percepção clara, a reverência e, em alguns casos, nem sequer o respeito que permitiriam que
um enfermo fosse beneficiado pelo trabalho amoroso e mágico dos Elementais da Natureza ao
ingerir, por exemplo, um remédio elaborado a partir de partes de sua expressão física, como
um chá, uma fitoterapia, etc…
Os elementais são os que estão realmente dotados do poder de curar as enfermidades em sua
raíz, a planta somente canaliza esse poder. Por isso, para se utilizar da Elementoterapia, não
basta usar a planta, há que preencher requisitos de respeito e amor à vida, harmonia interior e
um estado de oração para que estas inteligências se disponham voluntaria e amorosamente a
fazer uma cura. Quando me refiro a oração, não estou associando a Elementoterapia a
nenhuma religião específica, já que a natureza não tem religião, ela é o templo e seu Amor a
religião universal praticada por vários povos com distintos nomes e roupagens místicas. A
oração nada mais é que um estado de amor, que se expressa como vontade de ajudar ao próximo em seu processo de cura, este estado pode gerar a necessidade de palavras
silenciosas ou súplicas, como pode ser pleno em seu absoluto silêncio. Havendo respeito,
amor, sensibilidade, o Elemental reconhece um ambiente compatível com sua natureza divina
e trabalha de modo abnegado em favor da cura do enfermo.
O magnetismo, por sua vez, é uma expressão muitíssimo exaltada e mágica da Natureza, que
esta distribuida em todos os elementos naturais, é o próprio amor de Deus coagulado na vida.
A pedra Imã, ou preciosa pedra Imã como era chamada por sábios, coagula de modo especial o
magnetismo universal e fisicamente atrai objetos. O Médico e alquimista grego Hermes
Trismegisto dizia em uma de suas máximas: “Assim como é em cima é em baixo, assim como é
dentro é fora”. Se fisicamente a pedra Imã tem o dom imperativo de atrair e repelir
demonstrando de forma totalmente desnuda ainda que uma insignificante parte de seus
poderes aos olhos dos mais céticos e materialistas dos seres humanos, imagina o que ela pode
fazer em dimensões que estão além da matéria e dos espaço tridimensional.
O Magnetismo foi explorado como método de cura e regeneração pelos grandes médicos e
sábios da humanidade, da mesma maneira que a Elementoterapia. Um exemplo recente e
bastante eficaz é o Par Biomagnético desenvolvido pelo Dr. Issac Goiz Duran, médico e
fisioterapeuta Mexicano. Em verdade, a Elementoterapia tem um consorte perfeito no Imã,
pois o magnetismo da referida pedra, atrai irresistivelmente os elementais levando-os pelos
deliciosos caminhos do Amor a adentrarem no organismo humano por portais que se abrem
em diferentes órgãos, chakras, glândulas, para que, conduzidos pelo magnetismos de Imãs, eles façam ressonâncias que levam à ativação de recursos de cura do organismo humano,
fazendo valer a máxima de Hipócrates que diz que “As tuas forças naturais, as que estão
dentro de ti, são as que curarão tuas doenças”.
A direção do organismo humano é certamente a cura plena, a feliciadade, a harmonia e a
plenitude máxima. Sucede que os recursos internos que permitem que o organismo encontre
sempre sua direção natural são boqueados por toxinas, venenos, emoções negativas, energias
deletérias, patógenos, e tantos outros elementos nocivos que por diferentes causas alojamos
em nosso corpo, ficando por tal motivo fatalmente bloqueados e contrariados, levando
inclusive, em alguns casos, o organismo a desencadear condutas auto destrutivas, como é o
caso de enfermidades autoimunes.
As ressonâncias das terapias de Elementoterapia Magnética se abrem no organismo de modo
misterioso e mágico apenas quando colocamos no portal do organismo do enfermo o
elemento natural devidamente preparado, cujo elemental está dotado da capacidade
intrínseca de operar a cura do órgão, sistema ou área do todo humano que necessita ser
tratado. Os Imãs são posicionados em pontos precisos, jamais aleatórios, pois esta ciência, cujas fórmulas pertencem a Natureza, à própria consciência universal, obedecem a
matemática e a geometria cósmicas. Ela é precisa como a tábua pitagórica, Pitágoras já dizia
que Deus fala através dos números e a precisão matemática é um atributo inerente à
Elementoterapia Magnética, tal como a umidade é inerente à água.
A Elementoterapia Magnética trabalha com o mais elevado grau de sofisticação, que é a
simplicidade. Seus princípios básicos são: respeito e amor à vida e ao próximo. Por meio dela
colabora-se de modo absolutamente natural com a cura integral de um indivíduo,
compreendendo-o como um universo em miniatura e não simplesmente como um corpo
fisiológico. Esse entendimento nos permite cura de muitos males que o organismo processa
em seus órgãos, mas cuja origem são emoções, distúrbios da mente ou, até mesmo,
desequilíbrios de natureza espiritual. Somente o magnetismo universal e os elementais puros
da natureza conseguem adentrar em esferas tão sutis para realizar as correções e curas que a
pessoa precisa para obter saúde integral e plena.

 

Karoly Vieira Jardim Ramos

3 comments
  1. Úlima De La Flor Oroczko

    Agradecemos à cada um de vocês pelos esforços, e assim; serem canal do Divino se manifestar nesse planeta.

  2. Úlima De La Flor Oroczko

    Sou gratidão com a Terapia

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *