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MENINGITE, doença que volta a assombrar os brasileiros – Saiba como o BIOMAGNETISMO Médico pode ajudar.

Dados do Ministério da Saúde (MS) mostram que, em 2018, foram registradas 1.072 ocorrências de doença meningocócica no Brasil e 218 mortes.

O que é meningite?

A meningite é um processo inflamatório das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Ela é causada por diversos agentes infecciosos (bactérias, vírus e fungos).

 

 

 

 

 

O que é Biomagnetismo Médico?

O Biomagnetismo Médico é uma técnica da Magnetoterapia, que faz e tratamento de diversas doenças causadas por agentes infecciosos (bactérias, vírus e fungos). A técnica permite a identificação dos focos hiper alcalinos e hiperácidos que podem propiciar a vida e proliferação destes agentes infecciosos que podem causar inúmeras doenças. Após a identificação dos focos, através de um Rastreio de Biomagnetismo ou através da Bioenergética, são impactados nestes locais do organismo magnetos potentes específicos para a técnica, que neutralizam o pH impossibilitando a vida dos micro-organismos infecciosos.

Como o Biomagnetismo Médico pode ajudar no caso meningite?

Dr Issac Góis que desenvolveu a técnica do Biomagnetismo Médico também encontrou os possíveis locais do corpo humano onde os fungos, bactérias e vírus que causam as diversas formas de meningite tem preferência para habitar e para desenvolver sua atividade metabólica e de reprodução no corpo humano, e estabeleceu os pares de magnetos que neutralizam o pH destes locais inviabilizando a vida e a manutenção destes micro-organismos em consequência desaparece a possibilidade da enfermidade seguir seu curso.

Abaixo veremos os inúmeros micro-organismos que podem causar meningite e os inúmeros lugares do corpo humano que podem abrigar estes agentes infecciosos.

O Biomagnetista é o profissional que poderá identificar através do rastreio  onde  estão as disfunções de pH no organismo e impactar com imãs (magnetos) os lugares correspondentes para restabelecer o equilíbrio do pH e impossibilitar que estes agentes infecciosos causem danos ao organismo.

Meningite bacteriana e os Pares de Biomagnetismo para neutralizar os locais de sobrevivência das bactérias responsáveis pela manifestação da doença.

A Meningite Bacteriana é a forma mais grave da enfermidade, e são várias as bactérias que podem provocá-la, como: Neisseria meningitidis (ou meningococo), Streptococcus pneumoniae (ou pneumococo), Haemophilus influenzae, Mycobacterium tuberculosis, Streptococcus sp. (especialmente os do Grupo B), Listeria monocytogenes, Escherichia coli e Treponema pallidum.

É importante destacar que a incidência de cada uma depende da faixa etária. O Ministério da Saúde alerta que os recém-nascidos são atingidos por Streptococcus do grupo B, Streptococcus pneumoniae, Listeria monocytogenes e Escherichia coli; bebês e crianças, Streptococcus pneumoniae, Neisseria meningitidis, Haemophilus influenzae e Streptococcus do grupo B; adolescentes e adultos jovens, Neisseria meningitidis e Streptococcus pneumoniae, e idosos, Streptococcus pneumoniae, Neisseria meningitidis, Haemophilus influenzae, Streptococcus do grupo B e Listeria monocytogene.

Seus sintomas incluem febre alta, dor de cabeça e rigidez do pescoço ou da nuca. Também é normal o paciente ter mal estar, náusea, vômito, fotofobia (aumento da sensibilidade à luz) e confusão mental. Conforme o quadro se desenvolve, acrescenta-se à lista convulsão, delírio, tremor e coma.

Dentre as meningites bacterianas mais preocupantes, pontua o infectologista Jean Gorinchteyn, do Instituto Emilio Ribas, de São Paulo, estão a meningocócica.

A primeira ocorre quando a bactéria cai na corrente sanguínea e promove a liberação de fatores inflamatórios. Isso faz os vasos dilatarem, tendo como consequências queda de pressão arterial e taquicardia, podendo levar a pessoa à morte.

“Ela é bastante temida por conta da rápida evolução, alta letalidade, possibilidade de deixar sequelas (cegueira, surdez e amputação de membros são algumas) e potencial de surtos e epidemias”, diz o médico. Além dos sinais já descritos, é normal causar manchas arroxeadas e dores pelo corpo, calafrio, diarreia, fadiga e mãos e pés frios.

No caso da pneumocócica, o agente causador é transportado pelo sangue até ao cérebro, onde gera uma forte reação inflamatória. Os sintomas são basicamente os mesmos das demais meningites, porém, há risco de importantes consequências neurológicas, tais como dificuldades para andar e falar.

A transmissão da meningite bacteriana se dá de pessoa para pessoa por meio das vias respiratórias, ou, seja, de gotículas e secreções que saem do nariz e da garganta quando os infectados tossem ou espirram. Outras bactérias, como Listeria monocytogenes e Escherichia coli, se espalham pelos alimentos contaminados.

 

Conheça os pares de Biomagnetismo relacionados

Neisseria meningitidis – Dorsal/Lombar

Streptococcus pneumoniae – Poplíteo/poplíteo

Haemophilus influenzae – Lacrimal/Lacrimal

Mycobacterium tuberculosis – Supraespinhoso/supraespinhoso

Streptococcus sp – Cardia/Suprea Renal, Braquial/Braquial, Bursa/Cotovelo, Bexiga/Bexiga, Plexo Cervical/Plexo Cervical, Ligamento externo do Joelho/Quadrado Lombar, Botão Aortico/Dorsal 7, Retroaxilar/Retroaxilar Listeria– Colon Ascendente/Colon Ascendente, Fígado/Piloro

Echerichia coli – Indicador/Indicador

Treponema pallidum – Cotovelo/Braquial, Deltoide/Deltoide, Quadrado Lombar/Quadrado Lombar

 

Meningite viral e os Pares de Biomagnetismo para neutralizar os locais de sobrevivência dos vírus responsáveis pela manifestação da doença.

Os agentes causadores são Enterovírus não-pólio (Coxsackie e Echovírus), vírus do grupo herpes (herpes simples, varicela-zoster, Epstein-Barr e citomegalovírus), arbovírus (dengue, zika, chykungunya, febre amarela e febre do Nilo Ocidental), vírus do sarampo e da caxumba e adenovírus.

Os sintomas são semelhantes aos da meningite bacteriana, só que mais brandos. Eles incluem febre, dor de cabeça, rigidez no pescoço ou na nuca, náusea, vômito, perda de apetite, irritabilidade, sonolência ou dificuldade para acordar do sono, letargia (falta de energia) e fotofobia.

Este tipo tem várias formas de transmissão, a depender do vírus. Quando se trata do enterovírus, a contaminação é fecal-oral — se dá por meio do contato próximo com uma pessoa doente, ao tocar objetos e superfícies que contenham o micro-organismo e através de água ou alimentos crus infectados. Os arbovírus são transportados pela picada de mosquitos infectados.

Pares de Biomagnetismo relacionados

Enterovírus – Malar/Malar

Coxsackie – Manubrio do Esterno/Manubrio do Esterno

Vírus do Grupo Herpes (Herpes simples, Varicela-zoster, Epstein-Barr e Citomegalovírus – Calcanhar/Calcanhar, Estomago/Duodeno, Olho/Olho, Ulna/Ulna, Sigmoide/Reto, Adutor/Adutor, Rim/Ureter, Amigdala Palatina/ Amigdala Palatina, Nervo Femoral/Nervo Femoral, Bexiga/Reto, Cálice Renal/Ureter, Comissura Labial/Comissura Labial, Carina/Carina, Dorsal3/Dorsal3, Cólon Ascendente/Cólon Descendente, Ureter com Ureter, Apêndice/Língua, Cotovelo/Bursa, Apêndice/Testículo ou Vagina, Pineal/Bulbo Raquidiano, Tireoide/Bulbo Raquidiano, Occipital/Occipital

Arbovírus (dengue, zika, chykungunya, febre amarela e febre do Nilo Ocidental) – Hipófise/Bexiga, Bulbo raquidiano/Bexiga, Costal Anterior/Cólon Descendente, Costal Anterior/Rim, Cólon Descendente/Anus, Ligamento Pancreático/Cólon Descendente

Sarampo – Estômago/Supra Renal

Caxumba – Pudendo/Pudendo

Adenovirus – Corpo do Pâncreas/Corpo do Pâncreas, Supra Renal/Bulbo Raquidiano, Ligamento Hepático/Rim

 

Meningite fúngica e os Pares de Biomagnetismo para neutralizar os locais de sobrevivência das bactérias responsáveis pela manifestação da doença.

 

Causam a doença os fungos Cryptococcus neoforman, Cryptococcus Gatti, Candida albicans, Candida tropicalis, Histoplasma capsulatum, Paracoccidioides brasiliensis e Aspergillus fumigatu.

Os sinais são basicamente os mesmos das demais: febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez no pescoço/nuca, náusea, vômito, confusão mental e sensibilidade à luz.

Nesta forma da patologia a transmissão ocorre por meio da inalação dos esporos (pequenos pedaços de fungos), que entram nos pulmões e chegam até as meninges. Alguns fungos também encontram-se em solos ou ambientes contaminados com excrementos de pássaros, como pombos, e morcegos.

Cryptococcus neoforman – Pré Pineal/Bexiga, Pré Pineal/Pós Pineal, Pos Pineal/Bexiga, Pós Pineal/Bulbo Raquidiano

Candida albicans – Diafragma/Diafragma, Piloro/Ureter

Histoplasma – Esofago/Bexiga, Hiato Esofágico/Bexiga

Aspergillus – Canto do Ollho/Canto do Olho

A utilização dos pares de magnetos específicos para Biomagnetismo sem a orientação de um profissional Biomagnetista pode não surtir o efeito esperado já que somente o rastreio completo do organismo pode identificar todos os possíveis desequilíbrios de pH que podem abrigar os agentes infecciosos causadores das doenças, e nem todos os pontos anatômicos que podem suportar microrganismos estão identificados nos pares descritos pelo Dr Goiz e somente um Biomagnetista Rastreador poderá identificar focos fora dos pares descritos para realmente garantir que todos os pontos de disfunção de pH fiquem impactados com os Imãs.

Do mesmo modo a técnica do Biomagnetismo Médico não dispensa nem substitui tratamento médico, é uma terapia natural, não invasiva, complementar a qualquer procedimento ou tratamento que a pessoa esteja realizando, por isso sempre busque orientação.

Este blog é apenas um blog educativo. As informações e serviços aqui contidos não devem ser interpretados como um diagnóstico, tratamento, prescrição ou cura para a doença. Aqueles que buscam tratamento para uma doença específica devem consultar seu médico para determinar o protocolo de tratamento adequado, correto e aceito antes de usar qualquer coisa que é divulgado nesta página.

 

Dra Adriane Viapiana Bossa

Fonte

Biomagnetismo Médico Dr Gois

Ministério da Saúde – portalms.saude.gov.br/

 

 

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